Whiplash sindrome do chicote conheça os sinais,sintomas e classificação dessa lesão da coluna cervical, que ocorre principalmente após acidentes automobilísticos

Foto: Você sabia, que acidentes automobilísticos, pode gerar uma lesão na coluna pelo mecanismo de movimento?Conheça um pouco mais sobre a "lesão de chicote"A síndrome do chicote ou “lesão por desaceleração”, passou a ser conhecida durante o auge das ferrovias, quando indivíduos envolvidos em acidentes de trem começaram a manifestar sintomas semelhantes, compreendidos basicamente por dores cervicais e perda de amplitude de movimento. O quadro foi, então, denominado de “railway spine” (coluna da estrada de ferro) (Eck et al, 2001; Garamendi et al, 2003).Essa Síndrome é a denominação dada ao conjunto de sinais e sintomas, que acometem uma pessoa submetida ao mecanismo de aceleração/desaceleração (movimento em chicote) imposto à região cervical ocasionados por exemplo em um acidente automobilístico.Sinais e sintomas encontrados nessa síndrome por (Young, 2001; Ferrari, 2002; Perez, 2003;Juan, 2004;Kessels, 2000; Smed, 2009;Schmand et al, 1998; Branstrom et al, 2001):- Alterações ósteo-mio-articulares;    - Alterações neurológicas e psicológicas,      - Cefaleias e algias torácicas;     - Perda de amplitude removimento;    - Diminuição de reflexos e cognição;    - Estiramentos musculares e ligamentares;    - distúrbios vestibulares, como vertigem e déficits de equilíbrio;O diagnostico torna-se difícil uma vez que nem sempre existem alterações anatômicas ou fisiológicas no exame clínico e/ou nos exames por imagem, evidentes, que justifiquem o quadro. A Quebec Task Force (1995) classificou as Desordens Associadas à Síndrome do Chicote (DASC) em:Grau 01: Manifestações clínicas como: dor e rigidez cervical ou contratura muscular, porém, sem sinais clínicos;Grau 02: Manifestações clínicas como: dor e rigidez cervical ou contratura muscular, com sinais musculo-esqueléticos;Grau 03: Manifestações clínicas como: dor e rigidez cervical ou contratura muscular, com sinais neurológicos;Grau 04: Manifestações clínicas como: dor e rigidez cervical ou contratura muscular, com fratura ou luxação cervical.    Proposta de Tratamento:    O Instituto RV acredita, que devido a instabilidade permanente ocasionada por essa síndrome. A estabilização local,pode ser feita pela melhora cognitiva dos músculos mais profundos da região cervical redefinindo a função de estabilidade local,global e de movimento de cada músculo associado a outras técnicas de mobilização articular e neural,afim de restaurar as desordens osteomusculares da unidade vertebral.Acesse nosso link e veja tratamento para o Whiplash lesão de chicote.http://www.institutorv.com.br/rcv-reequilibrio-da-coluna-vertebral/Ligue 2091-1267 e marque uma avaliação.Fonte: Instituto RVFoto Mc cientificaBoa posturaPor Instituto RV- Vinicius Paciulo

A síndrome do chicote ou “lesão por desaceleração”, passou a ser conhecida durante o auge das ferrovias, quando indivíduos envolvidos em acidentes de trem começaram a manifestar sintomas semelhantes, compreendidos basicamente por dores cervicais e perda de amplitude de movimento. O quadro foi, então, denominado de “railway spine” (coluna da estrada de ferro) (Eck et al, 2001; Garamendi et al, 2003).
Essa Síndrome é a denominação dada ao conjunto de sinais e sintomas, que acometem uma pessoa submetida ao mecanismo de aceleração/desaceleração (movimento em chicote) imposto à região cervical ocasionados por exemplo em um acidente automobilístico.

Sinais e sintomas encontrados nessa síndrome por (Young, 2001; Ferrari, 2002; Perez, 2003;Juan, 2004;Kessels, 2000; Smed, 2009;Schmand et al, 1998; Branstrom et al, 2001):

– Alterações ósteo-mio-articulares;
– Alterações neurológicas e psicológicas,
– Cefaleias e algias torácicas;
– Perda de amplitude removimento;
– Diminuição de reflexos e cognição;
– Estiramentos musculares e ligamentares;
– distúrbios vestibulares, como vertigem e déficits de equilíbrio;

O diagnostico torna-se difícil uma vez que nem sempre existem alterações anatômicas ou fisiológicas no exame clínico e/ou nos exames por imagem, evidentes, que justifiquem o quadro.

A Quebec Task Force (1995) classificou as Desordens Associadas à Síndrome do Chicote (DASC) em:

Grau 01: Manifestações clínicas como: dor e rigidez cervical ou contratura muscular, porém, sem sinais clínicos;
Grau 02: Manifestações clínicas como: dor e rigidez cervical ou contratura muscular, com sinais musculo-esqueléticos;
Grau 03: Manifestações clínicas como: dor e rigidez cervical ou contratura muscular, com sinais neurológicos;
Grau 04: Manifestações clínicas como: dor e rigidez cervical ou contratura muscular, com fratura ou luxação cervical.

A instabilidade permanente ocasionada por essa síndrome gera um deficit de cognição dos músculos profundos,portanto o retreinamento de músculos locais melhora cognição dos músculos mais profundos da região cervical redefinindo a função de estabilidade local,global e de movimento de cada músculo. Além disso, outras técnicas de mobilização articular e neural,podem ajudar nas manifestações clinicas dessa síndrome.

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