Dor no pescoço

Em um estudo da Universidade de Duke, chamado ‘Identificando fatores de risco para o primeiro episódio dor no pescoço’, a especialista Rebecca Kim diz, a maioria dos fatores de risco encontrados para a dor no pescoço estavam relacionados com características psicossociais, em vez de características físicas. Por isso é tão importante estudarmos os hábitos e a vida dos pacientes antes de diagnosticá-los – uma premissa no Instituto RV.

Além disso, Kim constatou que a cervicalgia afeta 15,1% da população geral dos Estados Unidos, que sente dor no pescoço pelo menos a cada 3 meses. A patologia ainda é a quarta maior causadora de incapacidade global.

Mas não precisa ser assim. Devido à tendência da dor no pescoço se tornar um problema crônico, é importante identificar fatores de risco que possam encorajar a prevenção e o diagnóstico precoce.

O Instituto RV trabalha tanto no atendimento da dor já instalada, recuperando a função, quanto na educação pós tratamento, para evitar recaídas.

Ainda segundo o estudo de Kim, os fatores de risco psicossociais mais fortes na geração de dores no pescoço foram o humor depressivo, alto conflito de papéis e a percepção de tensão muscular. Apesar de não ter havido grandes fatores de risco físico, o mais comumente relatado foi o trabalho em posturas inadequadas, provando que a maioria dos fatores de risco encontrados para dor no pescoço estava relacionada a características psicossociais, e não às características físicas.

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