Dor psicossomática

Você conhece a dor psicossomática?

Alterações psicológicas como angústia, ansiedade e depressão, aumentam muito a chance de manter-se, por mais tempo, com dor. O indivíduo, “somatiza” no corpo os seus desequilíbrios emocionais e mentais e acaba aumentando sua dor. Isso é o que chamamos de dor psicossomática!

Isso é muito comum quando falamos de dor nas costas. Receber um diagnóstico de hérnia de disco, por exemplo, é um “atestado de incapacidade” para algumas pessoas. Para outras, que já possuem alterações psicológicas, pode ser a gota d’água que faltava para interromperem suas atividades ocupacionais e esportivas, iniciando o clicle de dor crônica.

Boa parte da culpa, vem dos profissionais de saúde que “assustam” seus pacientes, e os deixam com uma sensação de incapacidade para realizar as atividades cotidianas potencializando a dor psicossomática.

O que muitos esquecem é que a lesão tecidual não responde de forma similar em cada indivíduo. Uma artrose vertebral pode gerar dor e disfunção em um paciente, e no outro pode não gerar nada.

Existem estudos com centenas de pessoas SEM DOR NAS COSTAS que fizeram Ressonância e 2/3 apresentaram alterações no disco. Ou seja, mais da metade tinham lesão no disco e não tinham DOR.

É importante lembra que, o cérebro é o responsável pela modulação da dor. Estímulos pequenos de dor podem chegar ao cérebro e gerar leves desconfortos. Mas se esses estímulos pequenos chegam, em um cérebro sobrecarregado por angústia, ansiedade, depressão, é evidente que a sensação de dor vai ser diferente e na maioria das vezes maior.

Se você tem dor crônica nas costas, associadas a alterações psicológicas, fique atento. Sua dor pode estar sendo ampliada pelos seus sentimentos.

Por mais que pareça difícil, não se limite a descansos na cama, e evite o máximo possível ficar longe do seu trabalho e de atividades físicas. Procure profissionais que abordem a dor psicossomática durante as sessões de fisioterapia e que passem confiança para você recuperar sua capacidade de movimentar sem medo e com segurança.

O Instituto RV possuí um sistema de avaliação que identifica a melhor direção de tratamento e sugere quando há dor psicossomática associada. Nesse caso o tratamento utilizará exposição gradual aos exercícios, encorajamento e muita educação em dor para diminuir a sensibilidade exacerbada observadas nesses casos.

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Dor psicossomática

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